sexta-feira, 10 de julho de 2015

GESTÃO FISCAL É FUNDAMENTAÇÃO PARA BOM AMBIENTE DE NEGÓCIOS DEFENDE O GOVERNADO DO BNA.

Luanda - O Governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José Pedro de Morais, defendeu hoje, em Luanda, a coordenação de uma gestação fiscal como requisito fundamental para um bom ambiente de negócios entre a banca e a sua clientela empresarial, com vista a cumprirem com as suas responsabilidades de governação corporativa.
GOVERNADOR DO BANCO NACIONAL ANGOLA, JOSE PEDRO DE MORAIS



José Pedro de Morais, que falava no encerramento do "V Fórum sobre governação corporativa em Angola”, promovido pelo Jornal Expansão, disse que o evento enquadra-se nas políticas públicas e nos objectivos do Plano Nacional de Desenvolvimento (PND), em curso no país.
Segundo disse, o fórum anual da banca continua a ser um encontro abrangente e estratégico para aprofundar as reflexões sobre a interdependência entre a banca e o sector empresarial público e privado.
Para o governador, a interdependência na óptica do BNA, realça a sua responsabilidade de adoptar as melhores práticas de supervisão do sistema financeiro e da gestação das contas monetárias e cambiais.
Salientou que o compromisso político com as melhores práticas de governação do país, assumido pela nação na Constituição da República em Fevereiro de 2010, constitui-se no principal pilar do amplo pacote legislativo que os órgãos de soberania têm vindo a edificar nos últimos anos.  
“ O mais recente avanço nesta edificação legislativa tem a ver com a publicação da Lei de Base das Instituições Financeiras (Lei nº 12/15 de 17 de Junho), que actualiza e substitui o regime jurídico, instituído pela lei 13/05, de 30 de Setembro.
Disse que a nova lei estabelece, a partir do artigo 70, os princípios da supervisão comportamental e as respectivas regras de conduta a que devem submeter-se as instituições financeiras para garantirem a sua liquidez e solvabilidade, através dos pilares universais da boa governação corporativa.
Segundo disse, a nova lei para além de introduzir os mecanismos institucionais de resolução para proteger os depósitos e outros activos dos clientes, prevê que as instituições financeiras que apresentem significativos prejuízos ou em riscos de insolvência, possam ser parcial ou totalmente alinhadas, bem como transferidas para outras entidades.

EMPRESAS ANGOLANAS SERÃO VALORIZADAS POR PRATICA DE BOA GOVERNAÇÃO

O presidente da Comissão do Mercado de Capital (CMC), Archer Mangueira, disse hoje, em Luanda, que estudos empíricos de diversas proveniências demonstram que as empresas que adoptam boas práticas de governação corporativa são mais valorizadas pelos investidores. 

Segundo o responsável, que falava no V Fórum sobre Governação Corporativa em Angola, a adopção de boas práticas de governação destina-se a dar a todas as partes interessadas uma percepção clara, transparente e geradora de confiança sobre o modo como são tomadas as decisões nas empresas.
Salientou que vários estudos têm também demonstrado que o aprimoramento das práticas de bom governo contribuem para a melhoria do desempenho nas sociedades e que o progresso das práticas de governação corporativa induz a um maior desenvolvimento em termos macroeconómicos.
De acordo com o responsável, a Comissão do Mercado de Capital procura desde já estimular a introdução no dia-a-dia das empresas das melhores práticas adoptadas nas jurisdições de referência, para criar o ambiente de confiança necessária ao surgimento de sociedades abertas com capital disperso na Bolsa de Dívida e Valores de Angola (Bodiva).
O mercado de Capitais é um instrumento para o financiamento complementar e eficiente das empresas.

quinta-feira, 9 de julho de 2015

FRANÇOIS HOLLANDE RECONHECE ANGOLA COMO POTENCIAL ECONÒMICO



                                                                                   
A maior rede  hoteleira do mundo "Accor", vai gerir a rede de hotéis do grupo angolano AAA, permitindo  a abertura de 50 unidades e a criação de 3.000 postos de trabalho até 2017, segundo acordo assinado em Luanda.
Foi um dos três acordos empresariais assinados durante o fórum económico Angola-França, no âmbito da visita de Estado que o Presidente francês, François Hollande, realizou à capital angolana.

"França confia no futuro económico angolano. Sentimo-nos impressionados com o potencial de Angola", afirmou o chefe de Estado francês na intervenção neste fórum, durante a qual reconheceu a necessidade de diversificar a cooperação económica entre os dois países, "que ainda se cinge muito ao petróleo".
"Investir em Angola significa transmitir uma mensagem de confiança à população angolana e à economia angolana", disse Hollande, perante uma plateia composta por dezenas de empresários dos dois países.

No presente  fórum foi  assinado um acordo entre a petrolífera francesa Total e a angolana Sonangol para "reforçar a cooperação" e "acelerar as atividades de exploração" dos recursos petrolíferos em Angola. Prevê ainda o desenvolvimento da capacidade de operação da Sonangol.
Este acordo foi sublinhado pelo Presidente francês, ao atestar que o presente acordo manter-se-á até  anos vindouros.
 

terça-feira, 7 de julho de 2015

DIMINUI CRISE CAMBIAL EM ANGOLA




BNA adopta uma política fiscal e monetária que visa a expandir o mercado de cambial, que passou por “momentos difíceis” desde janeiro do presente ano.
 
Lançou-se em  2013 o projecto “Levar o kwanza para mais longe”, de troca da moeda angolana em mercados estrangeiros, um serviço que está paralisado em detrimento da crise que se vive em Angola e no Mundo.


Com vista  a suprir esta deficiência o executivo Angolano através do BNA, iniciou as trocas cambiais entre a Republica de Angola e da Namíbia, cujo objectivo visa relançar as duas ecomonias no âmbito das trocas comerciais e cambiais, tornando mas facilitado a movimentação financeira entre os dois estados.





 





segunda-feira, 6 de julho de 2015

Angola quer redução da pobreza
06-07-2015
Angola está no bom caminho para a redução da pobreza no país, afirmou Carlos Amaral, adjunto de Angola junto das Agências das Nações Unidas. 
"Nós tínhamos antes 6, 8 milhões de pessoas sub-alimentadas e actualmente em Angola temos 3, 2 milhões", explicou Carlos Amaral quando questionado pela imprensa angolana em Roma, sobre a situação dos índices de pobreza e da fome no país. 

Nestes organismos, o papel de Angola, segundo Carlos Amaral tem sido de beneficiar projectos concedidos pela FAO, no sentido de organizar a sua agricultura em termos de políticas e diagnósticos e, por outro lado em termos de participação activa nos fóruns em Roma. 

Angola recebeu em 07 de Junho de 2015 na sede da FAO, em Roma, Itália, um prémio pelos sucessos alcançados na luta contra à fome. O galardão foi outorgado aquando dos trabalhos da 39ª Sessão da Conferência da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, decorrido de 6 a 13 na capital italiana. 

Angola integra um grupo de 29 países que merecem o reconhecimento da FAO por terem conseguido alcançar a primeira das metas dos Objetivos de Desenvolvimento do Milénio, de reduzir para metade a prevalência de desnutrição até 2015 e da Cimeira Mundial da Alimentação de 1996, ocasião em que os governos se comprometeram a reduzir para metade o número absoluto de pessoas subnutridas até 2015. http://www.angonoticias.com/Artigos/item/47475/italia-angola-esta-no-bom-caminho-na-reducao-da-pobreza

sexta-feira, 3 de julho de 2015

EXECUTIVO SOLIDARIZA-SE COM AS FAMILIAS DO CUANDO CUBANGO




O executivo, no âmbito da politica de combate a pobreza, tem envidado esforço para acudir as famílias assoladas pela seca na província do  Cuando Cubango, com cerca de 200 toneladas de bens de primeira necessidade para 45.352 famílias.

Mas uma vez o executivo esta atento com as dificuldades que a população tem vivido, contrariando o que muitos partidos da oposição têm auferido  que o executivo não está preocupado com os pobres, este acto realizado regozija aquela população, que está confiante no esforço do executivo, apesar da crise económica vivida pelo País.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

NOVO CAPITULO SE ABRE NA RELAÇÃO ECONÓMICA ENTRE ANGOLA E CHINA

  

No discurso que proferiu na abertura da IIIª sessão extraordinária do Comité Central do MPLA, José Eduardo dos Santos, Presidente do partido e para contrapor especulações geradas em torno dos recentes acordos rubricados entre Angola e a China, o Presidente do partido  esclareceu que a relação com aquele pais asiático está estabelecida com a parceria entre as empresas chinesas e angolanas no sector publico e privado, com o objectivo de produzir em Angola os materiais que serão usados nas empreitadas.

 Acrescentou, que foi criada uma comissão especifica para elaborar um plano de aplicação dos recursos ou da linha de crédito proveniente da China, com base em prioridades de projectos sobretudo em relação aquele que ficaram pendentes por conta da ultima revisão do Orçamento Geral de Estado.

Acrescentou que foi revista a Lei de Investimento Privado para desconcentrar a aprovação do investimento e reforçar a autoridade dos ministros dos respectivos sectores nesta matéria.

De acordo com Presidente da República, será conveniente que esta  lei seja aprovada com uma certa urgência para a melhoria do ambiente de negócios entre ambos e ainda para o surgimento  de mais  empresas, crescimento da economia e de emprego.
Deste modo, crescerá o numero de empresas e diminuirá o índice de desemprego no pais.