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segunda-feira, 13 de julho de 2015

SONANGOL DESMENTE FALÊNCIA TECNICA


O Presidente do Conselho de Administração da Sonangol em conferência de imprensa, rejeitou este domingo, dia 12 de Julho, um cenário de "falência técnica" ou de "bancarrota" na petrolífera estatal, referindo, que possui capitais suficientes para satisfazer todas as obrigações imediatas e de curto prazo. Em causa estão notícias recentes, publicadas no artigo de uma determinada agência de noticias portuguesa Lusa, na qual revelam insuficiência de análise e falta de conhecimento da referida instituição.
Com a  crise  Mundial, Angola  enfrenta dificuldades financeiras devido à forte quebra da cotação internacional do barril de crude, produto que representa 98% das suas exportações angolanas, o que levou o Executivo a rever o Orçamento Geral do Estado para 2015, cortando um terço de todas as despesas públicas. 
"Prioriza-se a manutenção da quota da Sonangol nos mercados da China e da Índia. Simultaneamente, a Sonangol mantém as operações petrolíferas no Brasil e na Venezuela, além das actividades que conduzirão a perfuração do 1.º poço de pesquisa na República de Cuba", garante a petrolífera e maior empregadora angolana. 

Pode-se considerar um ataque da Agência Lusa a petrolífera angolana Sonangol. É importante aqui lembrar que não é o primeiro caso de difamação desta ao Estado angolano.  

Rumores do género descredibilizam os estados dificultando-os na obtenção de créditos de instituições financeiras internacionais e países. Sabe-se que as estratégias que se usam para de descredibilizar e desestabilizar os estados têm sido no âmbito económico, na liberdade de imprensa, direitos humanos e outros e Angola mais uma vez foi vitima destas manipulações desinformativas.

quinta-feira, 2 de julho de 2015

NOVO CAPITULO SE ABRE NA RELAÇÃO ECONÓMICA ENTRE ANGOLA E CHINA

  

No discurso que proferiu na abertura da IIIª sessão extraordinária do Comité Central do MPLA, José Eduardo dos Santos, Presidente do partido e para contrapor especulações geradas em torno dos recentes acordos rubricados entre Angola e a China, o Presidente do partido  esclareceu que a relação com aquele pais asiático está estabelecida com a parceria entre as empresas chinesas e angolanas no sector publico e privado, com o objectivo de produzir em Angola os materiais que serão usados nas empreitadas.

 Acrescentou, que foi criada uma comissão especifica para elaborar um plano de aplicação dos recursos ou da linha de crédito proveniente da China, com base em prioridades de projectos sobretudo em relação aquele que ficaram pendentes por conta da ultima revisão do Orçamento Geral de Estado.

Acrescentou que foi revista a Lei de Investimento Privado para desconcentrar a aprovação do investimento e reforçar a autoridade dos ministros dos respectivos sectores nesta matéria.

De acordo com Presidente da República, será conveniente que esta  lei seja aprovada com uma certa urgência para a melhoria do ambiente de negócios entre ambos e ainda para o surgimento  de mais  empresas, crescimento da economia e de emprego.
Deste modo, crescerá o numero de empresas e diminuirá o índice de desemprego no pais.